10 mil crianças nasceram na clínica da Dra. Laura Seixas

Entre 1965 e 1988, mais de 10 mil bebés nasceram na Casa de Natividade São Gonçalo de Lagos, no Barreiro. Saiba mais, neste Blog, sobre a cidade e a médica que ajudou a nascer todas estas crianças.

sábado, 16 de maio de 2009

PARABÉNS MÃE


Foi há 36 anos na Clínica da Dra Laura Seixas no Barreiro. 16 de Maio de 1973. Parabéns mãe.
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A.S. (filho)

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O BARREIRO NO FUTURO



Encontrei na internet estas duas imagens futurísticas do Barreiro depois do ano 2013. Ou seja, após a contrução da nova ponte sobre o Tejo, entre Chelas e a nossa cidade. Em vez dos 40 quilómetros de estradas que é preciso percorrer para chegar a Lisboa, as duas margens vão ficar separadas por apenas sete quilómetros.
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A.S.

sábado, 28 de março de 2009

NO CARNAVAL


No Carnaval e durante todo o ano a Dra Laura Seixas recebia fotografias dos bebés que nasciam na sua clínica no Barreiro. As fotos eram enviadas pelos pais das crianças. Em muitos casos pediam para que Laura Seixas fosse madrinha dos seus filhos e o pedido era aceite.

sexta-feira, 6 de março de 2009

QUE SAUDADES MÃE


A minha mãe era uma pessoa admirável. Adorava as coisas simples e bonitas da vida. A família, a natureza, a profissão que escolheu e sua Clínica no Barreiro. Era a minha melhor amiga.
Quando nasci Maria Laura Cabrita Seixas estava nos seus 43 anos e já era uma médica respeitada no Barreiro. Costumava recordar com saudade os tempos que passara em Coimbra, onde finalizou o curso de Medicina.
Aos 33 anos decidiu abrir uma maternidade numa antiga moradia da Rua Elias Garcia, quando o mais fácil seria seguir uma carreira num hospital público. A Clínica recebeu o nome de “Casa de Natividade São Gonçalo de Lagos”. Foi a primeira maternidade particular a funcionar no Barreiro e a 15ª no país, como comprova o número de alvará emitido pelo Ministério da Saúde. Em 1930, o seu pai, professor José Joaquim Rita Seixas fizera o mesmo na área do Ensino, inaugurando no Barreiro o “Colégio Barreirense”, depois Mendonça Furtado, a primeira escola privada do concelho.
A dedicação de Laura Seixas era total. Horas a fio de bata branca vestida e muitas noites sem dormir. Era assim o seu dia-a-dia, sem descanso. A relação entre as parturientes e a minha mãe era quase familiar. Muitas pediam-lhe que fosse a madrinha do bebé. Se fosse menina era certo que o nome seria Laura. Outras pacientes regressavam à maternidade para uma simples visita ou para o nascimento de um segundo ou terceiro filho. Também houve casos em que algumas mães viram nascer os netos na nossa Clínica.
No início dos anos 70, um sonho antigo concretiza-se com a construção de uma nova maternidade na Rua Eça de Queiroz. À medida que a população ia crescendo no Barreiro, a clínica modernizava-se. As novas instalações estavam ao nível das melhores maternidades do país em matéria de equipamento. Bloco operatório, duas enfermarias, quartos particulares, sala de partos e consultório. O novo edifício oferecia todas as condições às parturientes que continuavam a chegar em grande número de norte a sul. Confesso que a dada altura perdi a conta dos bebés que vi entrar e sair do berçário. Um dia a minha mostrou-me os registos oficiais. Os números são no mínimo invulgares. Entre 1965 e 1988 nasceram 10.286 crianças. Foram internadas 11.380 mulheres e feitas 1.194 intervenções cirúrgicas.
Entre estas crianças está a maior parte dos meus amigos. Na escola era habitual ter muitos colegas nascidos na Clínica. Orgulhava-me disso. Todos estes momentos preencheram a minha infância, até aos 16 anos. Recordo-me dos médicos, enfermeiras e das funcionárias incansáveis que colaboraram com a minha mãe nesta grande aventura. Lembro-me como se fosse hoje do inconfundível cheiro a éter que perfumava os corredores da Clínica, onde tive o privilégio de crescer a ver nascer. (...)
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Excerto do artigo publicado no Jornal de Barreiro e no Jornal Rostos

domingo, 22 de fevereiro de 2009

CANTARES PARA OS MEUS AMIGOS, página 44


A vida é feita de silêncios
Mas quem ousa não comungar
O passado já vivido?

Quem esquece as coisas sem sentido
De hoje de outrora?
As noites perfumadas
As glicínias dos jardins
As serenatas em silêncio
Acompanhados de estrelas.
A beleza, a graça
O deslumbramento do amanhã
Que nos esperava...
É este o cântico dos que hoje, agora,
Vivem o passado
Esquecidos das rugas e da idade.
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Por Maria Laura Cabrita Seixas
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(Em 17-III-1994)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

CONHECIA O PERCURSO PROFISSIONAL E HUMANO?


Agradeceço aos participantes da nossa primeira "blogue sondagem". À pergunta: Conhecia o percurso profissional e humano da Dr. Laura Seixas no Barreiro. 83 por cento responderam que sim, 11 por cento assinalaram que não.
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A.S.